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Confraternização de igreja termina com morte de menina de 6 anos

Caso aconteceu na tarde desta última segunda, dia 12 de janeiro

Quando se trata de crianças pequenas, a vigilância deve ser constante, especialmente em locais com piscinas ou áreas de lazer com água. Bastam poucos segundos de distração para que um momento de alegria se transforme em dor e preocupação.

O recente caso ocorrido em Irupi, na região do Caparaó do Espírito Santo, reforça a importância desse cuidado permanente. Na tarde de segunda, dia 12 de janeiro, a pequena Hellem Roque Fernandes, de 6 anos, perdeu a vida após se afogar durante uma confraternização de uma igreja em um sítio da cidade.

A menina estava acompanhada dos pais e de outros familiares em um encontro religioso que reunia membros da comunidade local. Segundo o boletim da Polícia Militar, em determinado momento da celebração, os participantes se afastaram da área da piscina para participar de uma brincadeira coletiva.

Foi então que os responsáveis perceberam que Hellem havia desaparecido. Após uma rápida busca pelo local, ela foi encontrada dentro da piscina, já inconsciente. Testemunhas tentaram prestar os primeiros socorros, realizando manobras de reanimação e respiração boca a boca, enquanto aguardavam ajuda médica.

A menina foi levada ao Pronto Atendimento de Ibatiba, mas infelizmente não resistiu. A Polícia Civil informou que os pais da criança prestaram depoimento e foram liberados. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia de Irupi, que apura as circunstâncias do afogamento.

Autoridades reforçam que o afogamento é uma das principais causas de morte acidental infantil no Brasil. Especialistas orientam que, durante eventos com piscina, as crianças nunca devem ficar sem supervisão direta de um adulto, mesmo por breves instantes.

A história de Hellem serve como um alerta doloroso, mas necessário: prevenir é sempre o melhor caminho para proteger os pequenos. Especialmente em ambientes com piscina, praias, cachoeiras e rios, a atenção deve ser redobrada.