Querido cantor de pagode tem morte confirmada e detalhes são expostos

A polícia segue com as investigações.
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A noite desta última sexta-feira (24), foi marcada por tristeza na Zona Norte do Rio de Janeiro, após o assassinato do cantor de pagode Leandro Pereira Afonso de Souza, conhecido como Leozinho, de 38 anos.
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O artista foi baleado durante um assalto enquanto chegava à casa de familiares para participar da festa de aniversário do sobrinho. Ele estava acompanhado da esposa e descia de um carro de aplicativo quando foi surpreendido por criminosos.
De acordo com informações da Polícia Civil, dois homens haviam roubado uma motocicleta momentos antes e passaram a assaltar pedestres nas imediações. Leozinho foi abordado ao sair do veículo.
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Em meio à tensão, ele orientou a esposa a correr para dentro da casa, enquanto ele permaneceu do lado de fora. Testemunhas afirmam que o cantor reagiu à tentativa de assalto, momento em que foi atingido por três disparos, dois na perna e um na região da axila.
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Os criminosos fugiram logo após os disparos, e moradores da região tentaram prestar socorro à vítima, levando-o ao Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, Leozinho chegou a passar por cirurgia de emergência, mas não resistiu aos ferimentos.
A morte do cantor provocou grande comoção nas redes sociais e entre os amigos e fãs. Ele era presença constante em bares e eventos na Zona Norte e tinha uma apresentação agendada para o sábado seguinte.
Descrito como alegre, carismático e querido por todos, Leozinho deixou uma filha e um legado de alegria por meio da música. A Polícia Militar informou que agentes do 3º BPM foram acionados, mas os criminosos não foram localizados.
A investigação está agora sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, que busca identificar e prender os responsáveis pelo crime. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento do artista.
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O episódio reacende discussões sobre a insegurança em áreas urbanas e o impacto direto da violência na vida de cidadãos comuns.





