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Buscas por corretora que estava desaparecida têm desfecho revelado em Caldas Novas (GO)

O caso segue sob investigação.

Cidades turísticas como Caldas Novas, conhecidas por suas águas termais e grande fluxo de visitantes, muitas vezes escondem histórias que rompem com a rotina tranquila esperada por moradores e turistas.

Desaparecimentos prolongados em locais movimentados costumam gerar grande comoção, principalmente quando envolvem figuras conhecidas na comunidade, como profissionais atuantes no mercado imobiliário.

A ausência de respostas concretas por longos períodos alimenta especulações e aumenta a pressão sobre os órgãos de investigação. Após mais de um mês de buscas, foi confirmado o encontro do corpo de Daiane Alves de Souza, corretora de 43 anos que havia desaparecido em dezembro de 2025.

VÍDEO Nº 1

O último registro da profissional foi feito pelas câmeras de segurança do prédio onde sua família possui imóveis. Ela foi vista descendo ao subsolo do edifício após passar pela portaria, sem ser registrada novamente desde então.

O caso avançou quando o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram detidos pela polícia. Já o porteiro foi levado à delegacia para colaborar com os esclarecimentos.

A investigação indicou que os restos mortais da corretora foram localizados a cerca de 15 quilômetros da cidade onde ela residia,  e devido ao tempo da ocultação, já em estágio avançado de decomposição.

Segundo informações apuradas por uma emissora local, o próprio síndico teria indicado envolvimento no episódio e relatado uma discussão intensa com a corretora no subsolo, na mesma data em que ela desapareceu.

O contexto da conversa teria se relacionado a um problema com o fornecimento de energia no prédio. Semanas antes da localização do corpo, Cléber já havia sido denunciado pelo Ministério Público por práticas de perseguição frequente contra Daiane, com episódios que se estendiam por vários meses.

Ele teria interferido diretamente na vida pessoal e profissional da corretora, comprometendo sua integridade psicológica e liberdade. Em contrapartida, Daiane também foi alvo de uma acusação por suposta invasão da sala administrativa, fato negado por sua defesa, que sustenta haver distorções nos relatos.

VÍDEO Nº 2

O caso levanta debates sobre relações interpessoais em ambientes residenciais e reforça a necessidade de mecanismos mais eficazes de mediação de conflitos em condomínios.