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Identificadas as 16 pessoas que morreram vítimas de acidente de ônibus

As causas do acidente estão sob investigação.

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Uma viagem que deveria marcar a devoção de um grupo de romeiros terminou de forma inesperada no interior de Alagoas. Um ônibus que transportava fiéis de volta de Juazeiro do Norte sofreu um acidente em um trecho sinuoso da rodovia AL-220, na região conhecida como Curva do S, no Distrito Caboclo, em São José da Tapera.

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As autoridades confirmaram 16 mortes, incluindo a de uma criança de quatro anos que foi socorrida, mas não resistiu. O veículo, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), operava sem autorização adequada para transporte interestadual.

O órgão informou que o ônibus não possuía habilitação da agência, certificado de segurança veicular nem seguro de responsabilidade civil em vigor, além de não contar com licença para a viagem realizada.

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A falta desses documentos caracteriza uma operação fora dos padrões exigidos para o transporte regular de passageiros entre estados. Em resposta, o prefeito de Coité do Nóia, cidade de origem do grupo, afirmou que o transporte foi contratado legalmente por meio de licitação e que o ônibus dispunha de boa estrutura, com conforto adequado aos passageiros.

Segundo ele, as vítimas mantinham relação pessoal próxima com sua gestão e estavam retornando de uma romaria tradicional dedicada a Nossa Senhora das Candeias. Ainda conforme o prefeito, a administração municipal está oferecendo suporte às famílias dos envolvidos, com presença nos hospitais e no Instituto Médico Legal.

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Também foi organizada a doação de caixões e o planejamento de um velório coletivo no ginásio de esportes da cidade. As vítimas foram identificadas como:

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As equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e do Departamento Estadual de Aviação atuaram no local. A dinâmica exata do acidente está sendo apurada, e relatos preliminares indicam que o motorista perdeu o controle do veículo durante o trajeto de retorno.

O episódio mobilizou a estrutura do estado, com o governador decretando luto oficial de três dias. A comoção regional ressalta a importância de rigor na fiscalização do transporte de passageiros e da adoção de medidas que garantam segurança nas viagens de longa distância.