URGENTE: Moraes toma importante decisão após Bolsonaro sofrer traumatismo cranioencefálico

Decisão foi publicada nesta quarta, dia 7 de janeiro
Em situações delicadas, a atenção médica imediata é essencial para garantir a segurança e o diagnóstico correto de qualquer paciente. Mesmo quedas aparentemente leves podem esconder complicações que exigem exames detalhados e observação contínua.
O cuidado médico, sobretudo em casos que envolvem pessoas com histórico de cirurgias ou uso de medicação, é uma forma de prevenção que pode evitar agravamentos inesperados.
Foi nesse contexto que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a realizar exames hospitalares após uma queda ocorrida na madrugada, dentro da sala onde ele cumpre prisão preventiva, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
O episódio resultou em uma batida na cabeça, e médicos da PF constataram ferimentos leves e um traumatismo cranioencefálico leve, exigindo observação médica.
Na decisão, Moraes determinou que o transporte e a segurança de Bolsonaro fossem realizados de forma discreta, com vigilância completa da PF durante o deslocamento e os exames, além do retorno à superintendência.
A defesa do ex-presidente havia solicitado o atendimento hospitalar emergencial, apresentando uma lista de exames que incluem tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma.
O médico Claudio Birolini, que acompanha Bolsonaro, informou que o quadro clínico é estável e que o ex-presidente apresentou tonturas e soluços antes da queda. Já o relatório médico da PF descartou sinais de déficit neurológico, mas recomendou observação.
Entre as possíveis causas avaliadas estão interações medicamentosas, crises epilépticas e efeitos do uso do aparelho CPAP, utilizado para tratar apneia do sono.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatou nas redes sociais que o marido “não estava bem” e caiu durante o sono. A autorização judicial encerra uma sequência de análises sobre a necessidade de exames externos e reforça a importância do acompanhamento médico mesmo em ambientes sob custódia.





